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#Democracia

BLOG DA MOBILIZE NO BRASIL

Você conhece Eduardo Rihan Cypel?

Eduardo é brasileiro, gaúcho que aos 10 anos de idade foi morar na França. Um imigrante, que mesmo com a forte restrição do país, se elegeu conselheiro regional de Ilê de France, o departamento de Paris.

O mesmo Cypel que em 2010, quando Nicolas Sarkozy quis endurecer com os imigrantes, criou um grupo de políticos naturalizados chamado “franceses sem distinção”. O mesmo, que candidato do partido socialista em 2012, venceu com 52,7% a deputada Chantal Brunel, que há 10 anos ocupava a vaga.

Quer saber como? Lembrando que o Partido Socialista Francês era relegado ao descaso, quando o jovem Eduardo iniciou sua participação, se unindo a outros jovens idealizadores. Os mesmos que fizeram da conhecida estratégia política de porta-a-porta, sua versão 2.0.

Como funciona o porta a porta 2.0:

01. Ter um cadastro detalhado dos eleitores com histórico político.
02. Conhecer a fundo o perfil, endereço, características e horários.
03. Organizar uma robusta equipe para visita dirigida e segmentadas.
04. Visitar os eleitores cadastrados que deixaram de votar no partido.
05. Visitar antigos eleitores que deixaram de votar nas eleições.
06. Outra rotina de visitas a aqueles não votantes declarados.
07. E na ausência, ter conteúdo direcionado para deixar no local.

Hoje Cypel é um dos mais influentes políticos na França, convidado por Harlem Désir, atual secretário-geral de Hollande, para ser um dos porta-vozes do PS na França.

Para saber mais, acesse o site oficial do Eduardo Rhian Cypel.


Vamos melhorar nossa cidade?

Como a população da sua cidade ajuda e participa para melhorar a vida de todos? Como mostra as suas dificuldades? Apontas sugestões para o seu bairro e região?

O ideal de todo o representante público é melhorar sua região, com o apoio e cooperação de todos. Poder visitar um lugar sabendo o que os moradores pensam e quais os problemas que enfrentam. Isso em gestão pública, faz toda a diferença.

Para ajudar, o App do prefeito traz uma exclusiva ferramenta de participação, referências de outras cidades no mundo, onde cada pessoa pode ser um possível voluntário, para fazer a cidade a cada dia melhor. Quer saber como?

01. Basta o prefeito da sua cidade ter o App do Prefeito.
02. Treinar a equipe que irá receber e encaminhar as demandas.
03. Lançar o App do Prefeito dizendo que deseja escutar a população.
04. Semanalmente divulgar as sugestões e/ou problemas resolvidos.
05. Consolidar as soluções nos principais meios de comunicação.

Agora imagine ter em suas mãos uma lista dos principais desafios da cidade, enviada por quem mais interessa, a sua população. isso tudo agora mesmo, no seu celular, ao alcance das suas mãos.

Para saber mais acesse: AppdoPrefeito.com.br


12 novembro, 2014





Iguais e tão diferentes

As eleições tanto na França como nos EUA são voluntárias, em ambos os países o voto não é obrigatório e nenhum cidadão é obrigado a votar. Em ambas temos 2 partidos predominantes, que historicamente se apresentam como essencialmente de centro-direita e de centro-esquerda, disputando o poder.

Ainda em um processo semelhante, em ambos, para ter o direito ao voto é preciso ter nacionalidade, idade mínima de 18 anos sendo que na França, precisa estar inscrito nas listas eleitorais. Inclusive essa diferença é reduzida a cada ano, uma vez que os novos cidadãos são automaticamente registrados ao atingir a idade mínima.

E para que quer se candidatar?

Para os políticos as semelhanças são muitas, que quiserem se candidatar para a eleição presidencial francesa devem ter no mínimo 18 anos (até 2011, a idade mínima era de 23 anos) e precisam recolher 500 assinaturas de prefeitos eleitos. Nos Eua, precisam passar pelas primárias do partido, para a disputa.

Em ambos, durante a campanha, os candidatos são livres para criar acessos à comunicação virtual. Entretanto, na véspera das eleições todos os sites montados por eles são fechados.

E qual a maior diferença?

O principal ponto está no fato de que nos Estados Unidos, a eleição ocorre em 50 unidades separadas, em datas distintas, numa base de quem ganha leva a representatividade de todo o colégio eleitoral. Este sistema, que evita segundo turno, torna extremamente importante conhecer os eleitores, os distritos e direcionar esforços da campanha para influenciar os indecisos. Na França, as eleições são como no Brasil onde a maioria simples (50% +1) vence a eleição.

Resumindo, enquanto nos EUA o esforço é o GOTV (Getting Out the Vote), na França a campanha é a da importância do voto útil (seu voto importa).

Para saber mais consulte o Sistema Eleitoral no EUA
Ou acesse o link sobre o processo democrático na França.


Quem deixou de ganhar na Eleição?

Para entender o porquê a presidente Dilma não perdeu (por muito pouco) a eleição, veja a análise do antropólogo, Renato Pereira, responsável pela pré-campanha do senador Aécio Neves até dezembro de 2013. Para ele a derrota do tucano se resume a um simples erro de estratégia:

Segundo a entrevista Renato Pereira:

    A diferença, mínima, mas importante para conquistar a reeleição foi que a campanha de Dilma soube chegar mais perto (mesmo que ainda distante) do país em que estamos vivendo. Ao passo que o PSDB demonstra ter ainda uma visão muito patrimonialista da política. Isso se traduz em conteúdos, discurso e foco inadequados a uma eleição tão apertada como essa.

    Por exemplo, na última semana da eleição os principais comerciais do PSDB tem Neymar e Romário. Já nas peças publicitárias do PT foram utilizados os compromissos para chegar mais perto do público.

    O candidato do PSDB não soube ou não quis abandonar sua zona de conforto. Ao contrário do PT que desde o fim dos anos 90, consegue se adaptar a um país em transformação e conquista novos e importantes nichos eleitorais com uma política de aproximação com o eleitorado. O PSDB continua muito fiel e preso a um discurso tradicional.

    E olhe que antes o eleitor do PT era um voto ideológico, mas isso mudou. O PSDB por sua vez é percebido como um partido de elite distanciado da população. Em parte por obra do PT, mas também pelos gestos de seus principais líderes.

    E sobre 2018? Se Aécio quiser disputar novamente, vai precisar mudar sua imagem e sua fala para se aproximar mais do eleitor. Pois seja quem for o candidato, precisa estreitar o alcance da mensagem, sair do teatro da política e ter uma agenda real com a vida do eleitor.

Em resumo, os partidos falam em propostas, o eleitor escuta querendo resolver os seus problemas. Assuntos diferentes, respostas ainda mais distantes. Para ajudar, aqui vai o exemplo do App do Deputado, que respeitando as escalas, nada mais é que uma forma simples e direta de mostrar suas propostas, ouvir o desejo do público e propor, com o apoio das pessoas, projetos que realmente interessam ao eleitor.

Quer ver como funciona? Basta baixar o App da Luciana Santos e do Paulo Pimenta.
Se preferir acesse também o site AppdoDeputado.com.br.


17 março, 2014





Você é um Político 2.0?

Se você quer conhecer quem são os políticos mais influentes do congresso, a sugestão é ler a pesquisa Político 2.0 da Medialog que analisou como os 513 deputados federais e 81 Senadores utilizam dos recursos digitais para se aproximarem de seus eleitores.

Na pesquisa, que organiza os melhores em um ranking de uso e influência, os pesquisadores avaliaram critérios que vão desde as mídias e formatos até audiência e interatividade, para responder:

01. Qual o perfil dos parlamentares mais influentes?
02. Qual a comparação entre as bancadas dos partidos?
03. Comparação por gênero, votação, idade, oposição ou governista.
04. Quem são os mais Influentes por estado?
05. Comparação entre os influentes e os demais parlamentares.

Para os pesquisadores, a internet e as redes permitem que os políticos contem o que estão fazendo e dá aos eleitores um livre acesso para se fazer ouvir, cobrar resultados e participar. É uma grande contribuição para a democracia. Aqui no Brasil avançamos bastante, mas ainda estamos atrás de outros países no uso dessas ferramentas pela política.

Entre os pontos avaliados na pesquisa, cabe ressaltar:

. Comunicação Digital – Utiliza os canais digitais para aproximar do eleitor?
. Recursos – Quais ferramentas utiliza para se comunicar com o eleitor?
. Informação – Usa as redes para manter o eleitor informado sobre o mandato?
. Audiência – Consegue atrair público expressivo nas redes que utiliza?
. Interatividade – Mantém uma conversa efetiva com o eleitor?

Para quem se interessou, basta acessar o link do Ebook Político 2.0 e compartilhar. =)


Político 2.0 Vamos aproximar o eleitor?

Por Alexandre Secco:

Há uma lista longa de queixas sobre o trabalho dos políticos no Brasil. Algumas referem-se a problemas que exigem uma abordagem complexa, como combater a corrupção. Outras poderiam ser resolvidas com mudanças relativamente simples de atitude, ou com o desenvolvimento de novos hábitos por parte dos políticos e dos eleitores.

A internet e as redes sociais oferecem um conjunto extraordinário de ferramentas para aproximar os políticos de seus eleitores. Usando sites, blogs ou o Twitter, qualquer parlamentar pode estabelecer um diálogo direto com o eleitorado. Pode prestar contas de seus gastos, convidar as pessoas para opinar em temas importantes, pode convidar a todos a participar de sua agenda, pode conversar diretamente com os eleitores e ouvir suas críticas.

“Ainda usam recursos digitais da mesma forma que usavam santinhos e faixas para disputar eleições, ou seja, como uma via de mão única na qual a participação do eleitor está restrita à contemplação”.

Tudo isso era praticamente impossível quando os recursos se limitavam às cartas e ao telefone. Mas hoje é perfeitamente viável lidar com grandes quantidades de informação de forma organizada. E para o eleitor as facilidades são as mesmas. Pode ser muito penoso tentar falar com um deputado em Brasília pelo telefone, porém mandar um e-mail é fácil e objetivo. Mas para que os políticos e os eleitores se encontrem é preciso que existam canais adequados.

Faz mais de 40 anos que existe a internet e há quase vinte é usada comercialmente. Só no Brasil são quase 80 milhões de internautas, mas….ainda existem políticos que não mantêm sequer um blog ou uma conta de e-mail, vivem isolados do mundo digital, nos tempos da carta e do telefone. Há os que já fincaram os pés nesse mundo mas ainda usam recursos digitais da mesma forma que usavam santinhos e faixas para disputar eleições, ou seja, como uma via de mão única na qual a participação do eleitor está restrita à contemplação.

A nova geração de políticos está descobrindo como interagir efetivamente com seus eleitores usando a internet e as redes sociais. É neste ponto que um site, ou uma conta no Facebook, ganha a dimensão de uma ferramenta essencial para o desenvolvimento do processo democrático.

Para conhecer a pesquisa acesse – Políticos 2.0.


Um ano de Mobilize no Brasil

Há pouco mais de um ano, passamos a atuar também no Brasil, um país continental, que muito tem a fazer para ajudar o seu povo e contribuir para o mundo.

Escolhemos o Brasil por acreditar que um país é a história de seus líderes. Que para você ser um líder precisa de ideias, ideias apoiadas por pessoas. Por essa razão trabalhamos, para ajudar líderes a mostrar quais são suas ideias encontrar aqueles que o querem apoiar.

Pensar em um país como o Brasil, onde a grande maioria entende a política como algo negativo, onde esquecemos que cada eleito nada mais é do que a soma das características dos que o elegeram, ou ainda que representar uma população deveria ser representar suas ideias e desejos, é um desafio que nos orgulha, que nos motiva, que nos faz ajudar tantos líderes a mudar.

Hoje são mais de 30 líderes que ajudamos. Do congresso aos estados, seja divulgando ideias, ouvindo o público ou questionando. Ajudamos por saber, por acreditar, que vamos juntos, melhorar o Brasil.

Que venha mais um ano, que sejam mais líderes, para juntos, mobilizar o Brasil.