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#2014

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Quem deixou de ganhar na Eleição?

Para entender o porquê a presidente Dilma não perdeu (por muito pouco) a eleição, veja a análise do antropólogo, Renato Pereira, responsável pela pré-campanha do senador Aécio Neves até dezembro de 2013. Para ele a derrota do tucano se resume a um simples erro de estratégia:

Segundo a entrevista Renato Pereira:

    A diferença, mínima, mas importante para conquistar a reeleição foi que a campanha de Dilma soube chegar mais perto (mesmo que ainda distante) do país em que estamos vivendo. Ao passo que o PSDB demonstra ter ainda uma visão muito patrimonialista da política. Isso se traduz em conteúdos, discurso e foco inadequados a uma eleição tão apertada como essa.

    Por exemplo, na última semana da eleição os principais comerciais do PSDB tem Neymar e Romário. Já nas peças publicitárias do PT foram utilizados os compromissos para chegar mais perto do público.

    O candidato do PSDB não soube ou não quis abandonar sua zona de conforto. Ao contrário do PT que desde o fim dos anos 90, consegue se adaptar a um país em transformação e conquista novos e importantes nichos eleitorais com uma política de aproximação com o eleitorado. O PSDB continua muito fiel e preso a um discurso tradicional.

    E olhe que antes o eleitor do PT era um voto ideológico, mas isso mudou. O PSDB por sua vez é percebido como um partido de elite distanciado da população. Em parte por obra do PT, mas também pelos gestos de seus principais líderes.

    E sobre 2018? Se Aécio quiser disputar novamente, vai precisar mudar sua imagem e sua fala para se aproximar mais do eleitor. Pois seja quem for o candidato, precisa estreitar o alcance da mensagem, sair do teatro da política e ter uma agenda real com a vida do eleitor.

Em resumo, os partidos falam em propostas, o eleitor escuta querendo resolver os seus problemas. Assuntos diferentes, respostas ainda mais distantes. Para ajudar, aqui vai o exemplo do App do Deputado, que respeitando as escalas, nada mais é que uma forma simples e direta de mostrar suas propostas, ouvir o desejo do público e propor, com o apoio das pessoas, projetos que realmente interessam ao eleitor.

Quer ver como funciona? Basta baixar o App da Luciana Santos e do Paulo Pimenta.
Se preferir acesse também o site AppdoDeputado.com.br.


17 março, 2014





Você é um Político 2.0?

Se você quer conhecer quem são os políticos mais influentes do congresso, a sugestão é ler a pesquisa Político 2.0 da Medialog que analisou como os 513 deputados federais e 81 Senadores utilizam dos recursos digitais para se aproximarem de seus eleitores.

Na pesquisa, que organiza os melhores em um ranking de uso e influência, os pesquisadores avaliaram critérios que vão desde as mídias e formatos até audiência e interatividade, para responder:

01. Qual o perfil dos parlamentares mais influentes?
02. Qual a comparação entre as bancadas dos partidos?
03. Comparação por gênero, votação, idade, oposição ou governista.
04. Quem são os mais Influentes por estado?
05. Comparação entre os influentes e os demais parlamentares.

Para os pesquisadores, a internet e as redes permitem que os políticos contem o que estão fazendo e dá aos eleitores um livre acesso para se fazer ouvir, cobrar resultados e participar. É uma grande contribuição para a democracia. Aqui no Brasil avançamos bastante, mas ainda estamos atrás de outros países no uso dessas ferramentas pela política.

Entre os pontos avaliados na pesquisa, cabe ressaltar:

. Comunicação Digital – Utiliza os canais digitais para aproximar do eleitor?
. Recursos – Quais ferramentas utiliza para se comunicar com o eleitor?
. Informação – Usa as redes para manter o eleitor informado sobre o mandato?
. Audiência – Consegue atrair público expressivo nas redes que utiliza?
. Interatividade – Mantém uma conversa efetiva com o eleitor?

Para quem se interessou, basta acessar o link do Ebook Político 2.0 e compartilhar. =)